Waving a magic wand (The language of false solutions)

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by Kate Woodford

I recently wrote about phrasal verbs that we use to describe managing problems. While I was researching this area, I started to think more widely about the language of solutions.  I noticed how many words and phrases there are to describe solutions that, for whatever reason, are not as effective as we might hope.

The first word that comes to mind is panacea. People often say that something is not a panacea for a particular problem, meaning it will not magically cure that problem. The idea here is that the problem is more complicated or varied than people sometimes assume: Technology is not a panacea for all our problems. A phrase with a very similar meaning is silver bullet or its variant magic bullet. Again, a silver/magic bullet is a solution that is too simple or too general for a complicated…

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Guy Fawkes and the language of plots

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by Liz Walter

In November 1605, a man called Guy Fawkes was discovered in the cellar of the House of Lords in London, along with 36 barrels of gunpowder (a powder used to cause explosions). His intention was to blow up King James I and the whole of parliament because of their hostility to Catholics.

The plan became known as the Gunpowder Plot, and it is remembered in the UK on November 5th every year with bonfires and firework displays. Originally, this festival was known as ‘Gunpowder Treason Day’ (treason means doing something to harm your country or your king or queen), but we now call it ‘Bonfire Night’, ‘Fireworks Night’ or ‘Guy Fawkes Night’.

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#DiaDrummond

31 de outubro de 1902: data do nascimento do poeta Carlos Drummond de Andrade

A Máquina do Mundo
E como eu palmilhasse vagamente
uma estrada de Minas, pedregosa,
e no fecho da tarde um sino rouco

se misturasse ao som de meus sapatos
que era pausado e seco; e aves pairassem
no céu de chumbo, e suas formas pretas

lentamente se fossem diluindo
na escuridão maior, vinda dos montes
e de meu próprio ser desenganado,

a máquina do mundo se entreabriu
para quem de a romper já se esquivava
e só de o ter pensado se carpia.

Abriu-se majestosa e circunspecta,
sem emitir um som que fosse impuro
nem um clarão maior que o tolerável

pelas pupilas gastas na inspeção
contínua e dolorosa do deserto,
e pela mente exausta de mentar

toda uma realidade que transcende
a própria imagem sua debuxada
no rosto do mistério, nos abismos.

Abriu-se em calma pura, e convidando
quantos sentidos e intuições restavam
a quem de os ter usado os já perdera

e nem desejaria recobrá-los,
se em vão e para sempre repetimos
os mesmos sem roteiro tristes périplos,

convidando-os a todos, em coorte,
a se aplicarem sobre o pasto inédito
da natureza mítica das coisas,

assim me disse, embora voz alguma
ou sopro ou eco o simples percussão
atestasse que alguém, sobre a montanha,

a outro alguém, noturno e miserável,
em colóquio se estava dirigindo:
“O que procuraste em ti ou fora de

teu ser restrito e nunca se mostrou,
mesmo afetando dar-se ou se rendendo,
e a cada instante mais se retraindo,

olha, repara, ausculta: essa riqueza
sobrante a toda pérola, essa ciência
sublime e formidável, mas hermética,

essa total explicação da vida,
esse nexo primeiro e singular,
que nem concebes mais, pois tão esquivo

se revelou ante a pesquisa ardente
em que te consumiste… vê, contempla,
abre teu peito para agasalhá-lo.”

As mais soberbas pontes e edifícios,
o que nas oficinas se elabora,
o que pensado foi e logo atinge

distância superior ao pensamento,
os recursos da terra dominados,
e as paixões e os impulsos e os tormentos

e tudo que define o ser terrestre
ou se prolonga até nos animais
e chega às plantas para se embeber

no sono rancoroso dos minérios,
dá volta ao mundo e torna a se engolfar
na estranha ordem geométrica de tudo,

e o absurdo original e seus enigmas,
suas verdades altas mais que tantos
monumentos erguidos à verdade;

e a memória dos deuses, e o solene
sentimento de morte, que floresce
no caule da existência mais gloriosa,

tudo se apresentou nesse relance
e me chamou para seu reino augusto,
afinal submetido à vista humana.

Mas, como eu relutasse em responder
a tal apelo assim maravilhoso,
pois a fé se abrandara, e mesmo o anseio,

a esperança mais mínima — esse anelo
de ver desvanecida a treva espessa
que entre os raios do sol inda se filtra;

como defuntas crenças convocadas
presto e fremente não se produzissem
a de novo tingir a neutra face

que vou pelos caminhos demonstrando,
e como se outro ser, não mais aquele
habitante de mim há tantos anos,

passasse a comandar minha vontade
que, já de si volúvel, se cerrava
semelhante a essas flores reticentes

em si mesmas abertas e fechadas;
como se um dom tardio já não fora
apetecível, antes despiciendo,

baixei os olhos, incurioso, lasso,
desdenhando colher a coisa oferta
que se abria gratuita a meu engenho.

A treva mais estrita já pousara
sobre a estrada de Minas, pedregosa,
e a máquina do mundo, repelida,

se foi miudamente recompondo,
enquanto eu, avaliando o que perdera,
seguia vagaroso, de mão pensas.

The Art of Delegating

ClaireCoxTranslations

retro cleaning lady

Back at the beginning of the year, one of my New Year’s resolutions was to finally get myself a cleaner. I’ve had a cleaner before, when I lived in the big family house pre-divorce, but for some reason just hadn’t got around to filling the gap since moving to my current, much smaller house 12 years ago. I’ve told myself that this house is too small, that a cleaner would be under my feet, that with two dogs, it constantly gets messy again – but deep down, these are just excuses. It’s not so much a case of giving myself time to work more, but rather of giving myself more free time to do what I want – not what I need to do. It’s also a far more efficient use of my time to pay someone else to clean and either earn much more myself in the same time…

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